Amor de poesia, de Edmar Monteiro

         senão outro poema de amor
         um refrão pela manhã tão risonho
         que acorda e balança de uma vez
         no frescor de uma brisa movediça
         para nós três só resta a calmaria
         a galope por sobre um mar bravo
         qual semente de sonhos infantis
         qual luxúria de gente apaixonada
          não há passos nem vãos de escadaria
          no assoalho do mar tudo é plano
          e no plano não há nada pensado
          se nós vamos de mãos dadas por ele
          é porque nos atamos pelo fundo
          é porque nos atemos pelo nada!
          Poema de Edmar Monteiro.
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