A casa de Penhores, de Isis Baião

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Foto: José Ailson

A obra Casa de Penhores da dramaturga Isis Baião retrata “a história de Dora, mulher destemida, que para superar as agruras do desemprego, penhora tudo que ainda lhe resta, inclusive partes do corpo. Uma mãe louca e morta, um marido bêbado e sem emprego completam o quadro caótico da vida da protagonista.” Fonte: Remetromand

“Eu tenho uma ligação muito forte com os meus textos, eles são como se fossem meus filhos”, comenta Isis Baião. (Fonte: Geleia Total)

 “A casa de Penhores” que foi traduzida para o francês “Mont-de-Piété” na qual ela foi a única mulher da América Latina a ser premiada e concorreu com 1470 autores de 76 países, 60 juízes avaliaram o trabalho.

Casa de Penhores” foi eleita na Grécia em 1997, o quarto melhor roteiro do mundo e trouxe para o Brasil o Prêmio Onassis International Theatre Competition. Trata-se da premiação concedida pela Fundação Beneficente Alexander S. Onassis a peça que tinha um conteúdo considerado ultrarrealista hoje é vista pelos leitores como algo atual.” (Fonte: Geleia Total)

Sobre Isis Baião

“Dramaturga, jornalista, roteirista e escritora Isis Maria Pereira de Azevedo Baião, mineira e com o coração teresinense, residiu durante 48 anos no Rio de Janeiro. Formada em jornalismo pela PUC/Rio, a dramaturga começou a explorar o teatro por meio do jornalismo e por lá ficou. É a grande referência na dramaturgia nacional, dona de um humor denso e bem refinado. Já escreveu livros como “Tresloucado gesto” (1983) e “Teatro (in) completo” (2003). Trabalhou ainda na televisão, rádio, revista. No teatro já teve textos montados como “Instituto Naque de Quedas e Rolamento” (1978), “Espelho, Espelho Meu…”, “As Bruxas Estão Soltas” (1989), “Essas Mulheres” (1996), entre outros.” (Fonte: Geleia Total)

Livros

Tresloucado gesto (1983);

Doces fragmentos de loucura (1987);

Em cenas curtas (1989);

Teatro incompleto (2003);

Maria rúbia: a loura infernal (2011).

Teatro

Instituto Naque de quedas e rolamentos;

Maria manchete, navalhada e ketchup (1957);

Clube de leque (tragicomédia);

A véspesa da luta (col. Maria Lúcia Vidal);

As chupetas do senhor refém (tragicomédia musical);

Cabaré da crise (espetáculo de Café Concreto);

Casa de penhoras (tragicomédia);

As bruxas estão soltas (sátira);

Doces fragmentos da loucura s/d.

Cinema

Um drink para Tetéia (1987);

Trajetória (longa-metragem, em col. Com Anne Duquesnois);

Antonela (1987).

Conto

Tresloucado gesto (três peças transformadas em contos) (1983);

Infantil: A família invenção (1987).

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Foto: José Ailson
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